A vice-presidente da Câmara de Cuiabá, Maysa Leão (Republicanos), reiterou seu posicionamento de centro, afirmando que não é "fã" do presidente Lula (PT) ou do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL). Maysa, que tem como pautas prioritárias a causa do autismo e inclusão social, ressaltou que não se atém à questão ideológica ao receber mãe atípicas ou portadores de necessidades especiais em busca de direitos.
"Eu não tenho ideologia, não vejo se a mãe atípica é de direita ou de esquerda. Para mim, pouco importa se uma pessoa PCD que tem os seus direitos cerceados é fã do Lula ou Bolsonaro pois não sou fã de nenhum dos dois. O meu posicionamento político é muito diferente do prefeito Abilio. Ele sabe disso, eu sei disso e somos bem resolvidos", falou Maysa Leão ao podcast.
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Embora a vice-presidente garanta que Abilio respeita o seu posicionamento, Maysa admitiu ao HNT TV que o fato não tê-lo apoiado nas eleições municipais interferiu em sua projeção à presidência. O prefeito acabou indicando Paula Calil (PL) ao cargo.
PAUTAS "MORTAS"
A vereadora pontuou que quando ingressou na Câmara as pautas que defende "eram mortas". Segundo ela, apenas Michelly Alencar (União Brasil) as abordava em momentos isolados. No entanto, em 2025, quando o número de mulheres aumentou no Legislativo, as discussões de políticas voltadas ao autismo e à família passaram a ter mais visibilidade.
"A minha pauta que é da inclusão e as mulheres era uma pauta morta. Quando entrei na Câmara quem falava um pouco dessa pauta era a vereadora Michelly Alencar. Ela tinha esse atendimento aos autistas, famílias atípicas mas era algo que fazia parte de vários escopos do trabalho dela e eu entrei fortemente por pautas", explicou Maysa.
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