O governo de Meloni tem sido alvo de críticas da oposição, grupos de direitos humanos e do próprio TPI por ter liberado al-Masri por uma tecnicalidade após sua prisão na cidade de Turim, no norte da Itália. O mandado do TPI acusou al-Masri de crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos na prisão de Mitiga, na Líbia, a partir de 2015, puníveis com prisão perpétua.
Meloni disse que presume que a investigação tenha sido motivada por uma denúncia de um político da oposição. Na Itália, os procuradores devem iniciar investigações com base em denúncias, e cabe a um juiz de audiência preliminar decidir se as acusações serão formalizadas ou não. Meloni expressou indignação com a investigação, acrescentando: "Não posso ser chantageada. Não serei intimidada."
Piantedosi, ministro do Interior, deve responder às perguntas dos legisladores sobre o caso amanhã. Ele disse ao Senado na semana passada que expulsou al-Masri "por motivos urgentes de segurança, com a minha ordem de expulsão, diante do perigo representado por esse sujeito."
(Com Agência Estado)
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