"Eu acho que eu não joguei lá por opção do treinador. Igual aqui, se eu não treinar, se eu não me dedicar, tem outros 26 jogadores querendo jogar também. Eu vou ter que treinar, vou ter que trabalhar para jogar aqui. Você não vai jogar com nome. Não é porque é o Dudu que vai chegar aqui, colocar a camisa 7 e vai jogar. Vai ter que mostrar por que tem de estar jogando", disse.
Quando estava prestes a voltar a campo após a lesão, no meio do ano, Dudu viveu grande polêmica no Palmeiras por ter aberto uma negociação justamente com o Cruzeiro, que chegou a anunciar nas redes sociais um acordo com o jogador. O anúncio pegou os palmeirenses de surpresa e causou indignação em boa parte da torcida. Na coletiva desta sexta, quando questionado sobre o assunto e motivo da reviravolta naquela ocasião, não se aprofundou.
"Acho que Deus escreve as coisas no momento certo. Acho que o momento certo de eu vir para o Cruzeiro era este, voltar a vestir a camisa do Cruzeiro. O que ficou para trás ficou para trás. Para mim, é olhar para frente. Hoje, estou aqui vestindo a camisa do Cruzeiro. Se eu tivesse feito algo de errado, pode ter certeza que eu não teria essa confiança do presidente", afirmou.
Depois de tudo o que aconteceu, ainda em junho, Leila Pereira chegou a dizer que o ciclo do atacante no time paulista havia acabado, mas ele continuou integrado ao elenco e foi utilizado pontualmente por Abel Ferreira.
"O que a presidente do Palmeiras falou, ficou para trás", comentou durante a coletiva de apresentação. "Tenho que pensar pra frente. Pode ter certeza que, não só eu, como outros jogadores, vão fazer de tudo para conquistar títulos. Fazer de tudo para incomodar o pessoal por todo o Brasil."
(Com Agência Estado)
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