Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de petróleo WTI para maio subiu 0,72% (US$ 0,51), fechando a US$ 71,71 o barril. O Brent para junho, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 0,62% (US$ 0,46), alcançando US$ 74,95 o barril.
O petróleo encontrou suporte recente na ameaça do presidente Donald Trump de impor tarifas secundárias sobre o petróleo russo, mas as atenções agora estão voltadas para as chamadas tarifas recíprocas, que atingirão amplamente os parceiros comerciais dos EUA e, para muitos, podem comprometer o crescimento e a demanda global.
A escala e o escopo das tarifas ainda não são conhecidos, mas a Casa Branca afirmou que elas entrarão em vigor imediatamente após serem anunciadas, o que deve ocorrer por volta das 17h (horário de Brasília) desta quarta-feira.
"O Brent atualmente está em uma montanha-russa, entre as novas tarifas de Trump, que prejudicam a demanda, e as novas sanções que restringem a oferta de produtores de petróleo como Irã, Venezuela e Rússia", diz Bjarne Schieldrop, analista-chefe de commodities do SEB.
Além das tarifas recíprocas, os investidores aguardam a reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), na quinta-feira. Os oito membros do grupo, que vêm aumentando gradualmente a produção, deverão discutir novos ajustes na oferta.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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