Segundo o ministro, que assegurou o compromisso com a meta de zerar o déficit das contas primárias, o Brasil encontrou alguém que quer equilibrar as finanças públicas. Ele disse que levou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a mensagem de que o ministério não pode ter sua credibilidade arranhada.
Segundo Haddad, o humor do mercado seria diferente, permitindo uma inflação mais controlada, se a medida provisória 1202, que previa o fim da desoneração da folha de pagamentos, tivesse sido aprovada. "Não discutiríamos Selic a 14,25%", comentou o ministro, referindo-se à atual taxa de juros.
Haddad também assegurou, no painel de encerramento da conferência, que do ponto de vista doméstico não haverá "invenções" na macroeconomia.
(Com Agência Estado)
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