As compensações pagas para os consumidores, quando as empresas extrapolam os limites individuais de duração e frequência de interrupções, somaram R$ 1,122 bilhão em 2024. Houve alta na comparação com 2023, quando esse montante foi de R$ 1,080 bilhão. A Agência aponta para aperfeiçoamento nas regras de compensação para direcionar maiores valores para os consumidores com piores níveis de continuidade.
Das empresas de grande porte, a Companhia Jaguari de Energia (CPFL Santa Cruz, SP) lidera o ranking de melhor desempenho. Na sequência vem a Energisa Paraíba - Distribuidora de Energia S.A. (EPB) e a Energisa Rondônia - Distribuidora de Energia S.A. (ERO), empatadas em segundo lugar. Nas duas piores posições estão: Equatorial GO e CEEE.
Das empresas com até 400 mil consumidores, o melhor desempenho ficou com a Pacto Energia PR (antiga Força e Luz Coronel Vivida), seguida pela Empresa Força e Luz João Cesa (EFLJC, SC) em segundo e Muxfeldt Marin e Cia (MUXENERGIA, RS) em terceiro.
A Aneel também divulgou a lista de distribuidoras que mais evoluíram em 2024, no ranking anual. No caso das empresas de grande porte, a Neoenergia Brasília (DF) teve avanço de nove posições em relação a 2023, seguida pela CPFL Paulista (SP), que subiu sete posições. Por outro lado, Enel RJ (RJ), Enel CE (CE) e RGE (RS) regrediram, com recuo de seis posições em comparação a 2023.
As distribuidoras Amazonas Energia, CEA, Equatorial Alagoas e Roraima Energia permanecem sendo excluídas do ranking porque ainda estão com limites de indicadores flexibilizados.
(Com Agência Estado)
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