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Política Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2025, 11:28 - A | A

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Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2025, 11h:28 - A | A

"PUNIÇÃO DESPROPORCIONAL"

Mendes endossa Hugo Motta e afirma que 8/1 não foi tentativa de golpe; veja vídeo

O governador cobrou um "ponto final" para evitar tensões no país e destacou o fato dos manifestantes serem réus primários

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O governador Mauro Mendes (União Brasil) endossou a declaração do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e afirmou que a manifestação de 8 de janeiro de 2023 não foi uma tentativa de golpe. Mendes minimizou os atos de vandalismo, os atribuindo a "meia dúzia" de pessoas entre os milhares de bolsonaristas que, segundo ele, estavam "insatisfeitos" com o resultado das eleições 2022. O governador também disse que as penas são desproporcionais. Segundo ele, a punição aos manifestantes superou a de condenados por "crimes bárbaros", como traficantes de drogas. 

"Concordo que a maioria absoluta das pessoas não estavam para dar golpe, mas manifestar uma insatisfação. Elas não tinham noção disso, foram ali porque foram convidadas, tinham insatisfação com a linha política. Pode até ser que alguns tinham isso premeditado. É importante separar o joio do trigo", opinou o governador à Agência Estado na sexta-feira (21). 

Hugo Motta está aberto a pautar a votação da anistia, perdoando as penas dos manifestantes do atos de 8/1. Cedendo à pressão da bancada bolsonarista, o presidente da Câmara se comprometeu a discutir com os líderes partidários o avanço da discussão. Mauro Mendes entende que esse seja o caminho necessário para o país. Conforme o governador, é necessário pacificar as polêmicas em torno do episódio para não "tensionar" as relações políticas e trazer "consequências negativas" ao país. 

"Acho que pode estar se construindo um enredo para um espectro de atenção em cima do 8 de janeiro que é lamentável, mas que tem que botar um ponto final nisso. Se não essa história vai acabar mal para o país porque vai tensionando demais, tensionando demais, tem muita gente no Brasil revoltada com isso e pode trazer consequências negativas", alertou. 

Mauro reforçou não apoiar a invasão de espaços públicos ou propriedades privadas, porém, entende que a punição aos manifestantes é desproporcional. O governador minimizou a responsabilidade dos presos políticos, destacando que são réus primários e estavam em Brasília para manifestar um "desejo". Ele atribuiu a confusão a "meia dúzia de pessoas" que incitaram a depredação dos órgãos do Executivo e Judiciário. 

"Tenho muitas dúvidas sobre o que aconteceu naquele dia. Tenho absoluta certeza que milhares e milhares de brasileiros que estavam são pessoas de bem, nunca tinham cometido um crime, estavam ali manifestando o seu desjo. Não foram ali pra dar golpe, para nada. Uma população inflamada, basta meia dúzia no meio. Quem é essa meia dúzia é a grande pergunta. Inflou, insuflou e aconteceu tudo aquilo que era reprovável. De maneira alguma apoio o que aconteceu. Não pode invadir patrimônio público, o Palácio da Alvorada, ministérios, o Supremo, não pode invadir propriedade privada. No meu estado, comemoramos mais de 50 tentativas de invasão frustradas. É isso que defendo", disparou. 

"Mas acho que a pena que está dando aquelas essas pessoas, que precisa sim de um tipo de punição, é desproporcional. Vejo pessoas praticando crimes bárbaros, traficando toneladas de cocaína que causam um mal gigantesco para sociedade, população, para jovens, desestrutura famílias, causa roubos, mortes e a pena, às vezes, é muito baixa. Então, existe uma dosimetria errada dessde negócio", concluiu. 

VEJA VÍDEO

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