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Política Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2025, 17:32 - A | A

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Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2025, 17h:32 - A | A

SÓ PAGAVA SALÁRIOS

HNT TV: Educação era "secretaria de RH" e recebia menos de 1% da LOA, diz Alan Porto

De acordo com o secretário, as escolas da rede estadual eram forçadas a fazer rifas e festas para comprar insumos básicos

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O secretário de Estado de Educação (Seduc-MT), Alan Porto, disse ao HNT TV que, quando o governador Mauro Mendes (UB) assumiu a pasta, as 626 escolas da rede estadual eram obrigadas a fazer rifas e festas para comprar insumos básicos, como papel higiênico e detergente. À época, a Educação recebia cerca de 1% dos R$ 5 bilhões destinados à Lei Orçamentária Anual (LOA). Conforme Porto, a pasta era uma "secretaria de RH", funcionando somente para pagar os salários dos cerca de 40 mil servidores e "não sobrava nada" para investir na reforma das unidades, no treinamento dos professores e em programas de fomento ao ensino.

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"Me lembro que, em 2019, quando o governador assumiu, enfrentávamos um cenário fiscal muito difícil. Não tinha dinheiro para reformar escola, investir na parte pedagógica. 92% era para folha de pagamento e os outros 8% para alimentação, transporte e depois o PDE. Não sobrava nada. As escolas tinham que fazer rifa, festa, coisas para arrecadar dinheiro para comprar papel higiênico e detergente", falou o secretário.

Neste período, a educação em Mato Grosso era símbolo do abandono do Estado com as "escolas de lata". A estrutura precária das unidades de ensino desmotivava os alunos, e os índices de evasão se aproximavam do teto. Além disso, Alan Porto lembrou que convênios eram pactuados, o governo empenhava os recursos, mas as ações não eram executadas.

"As escolas estavam sucateadas. Lembra das escolas de lata, aquela confusão toda? Convênios que não eram pagos. Não é crítica a gestões anteriores. Estou falando de problemas de 40 anos. Historicamente, o Estado investia de 2% a 3%. Em 2019, o investimento chegou a 1%. Seria impossível levar uma infraestrutura. A secretaria era mais 'secretaria de RH' para pagar salário", disse.

Porto ressaltou que "essa realidade mudou" e, pelo terceiro ano consecutivo, Mauro Mendes investe 20% de R$ 5,4 bilhões da LOA, o equivalente a R$ 1 bilhão do orçamento geral. Os investimentos mantêm as obras de 86 novas escolas, 220 convênios para construção de quadras e 130 reformas de unidades.

VEJA VÍDEO

 

 

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