Em uma primeira avaliação da base do governo, Lira foi uma "boa escolha" por parte de Motta.
Outros nomes estavam em disputa: Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Cláudio Cajado (PP-BA), Dr. Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL).
Porém, Lira é visto como alguém com maior trânsito na Câmara, para aprovar o projeto com mais celeridade.
Dias atrás, Lira viajou com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e líderes de bancadas ao Japão e ao Vietnã.
O projeto de isenção do Imposto de Renda é uma prioridade do governo, que tem sofrido quedas históricas de popularidade.
Quando foi presidente da Câmara, Lira negociou diretamente com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, diferentes projetos de interesse do governo que foram aprovados, como o arcabouço fiscal, as subvenções do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e a taxação dos "fundos dos super-ricos".
Com a escolha de Lira, a tendência é de que o projeto passe por comissão especial em vez de comissões permanentes, segundo um líder ouvido pela reportagem.
A composição ainda está sob debate entre os deputados.
(Com Agência Estado)
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