No programa Bom dia, Ministra, da EBC, a ministra repetiu que o termo "rombo" para o déficit primário das empresas está tecnicamente incorrendo.
O cálculo de receita e despesas no ano não considera o que as empresas têm em caixa. A ministra explicou que a contabilidade fiscal é diferente da contabilidade empresarial - que avalia lucro e prejuízo.
Segundo o MGI, o investimento das empresas estatais federais cresceu 44,1% no ano passado na comparação com 2023, chegando a R$ 96,18 bilhões.
Já em relação a 2022, o crescimento foi de 87,2%. Com exceção de empresas como os Correios, a pasta avalia que o déficit das empresas em 2024 ocorreu a partir dos aportes em investimentos.
(Com Agência Estado)
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