As novas medidas tarifárias devem pôr fim às isenções de que essas empresas e seus fornecedores têm desfrutado no âmbito de um acordo da Organização Mundial do Comércio que inclui os EUA, a China, o Canadá, a maioria das nações da União Europeia e uma série de outros países.
As ações da Boeing, que conta com fornecedores franceses e japoneses em sua presença global, caíram 8% nesta quinta-feira, liderando a liquidação do setor.
Já a Airbus, com uma fábrica no estado do Alabama, deverá enfrentar tarifas sobre os componentes necessários para a construção de jatos em sua unidade de produção nos EUA, bem como sobre as aeronaves construídas em suas instalações na França e na Alemanha.
(Com Agência Estado)
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