A parcela dos entrevistados que avalia que o País está na direção correta caiu de 39% para 36%. Não souberam ou não responderam 8%. A Genial/Quaest entrevistou presencialmente 2.004 pessoas acima de 16 anos entre os dias 27 e 31 de março. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
A pesquisa registrou aumento de 17 pontos porcentuais entre os entrevistados que avaliam que a economia piorou nos últimos 12 meses: de 39% em janeiro, o grupo passou a 56% agora. Houve melhora para 16% e outros 26% consideram que o cenário econômico ficou do mesmo jeito.
Ainda na economia, 53% responderam que está mais difícil conseguir emprego hoje do que há um ano, aumento de oito pontos porcentuais. A variação foi a mesma no sentido contrário: há três meses, 43% consideravam que estava mais fácil conseguir um emprego, porcentual que agora é de 35%.
Também houve piora quando o tema foi o preço dos combustíveis. Para 70%, o produto ficou mais caro nos postos no último mês, crescimento de 13 pontos porcentuais na comparação com janeiro, quando 57% disseram que o preço havia subido.
Outro grupo que aumentou foi o daqueles que viram os alimentos ficarem mais caros em março. O porcentual chegou a 88%, ante 83% na rodada anterior. Apenas 6% responderam que os preços caíram; eram 22% em outubro do ano passado. As contas de luz e água subiram para 65%; 28% consideraram que não houve alteração e 5% viram redução.
No geral, 81% consideram que o poder de compra dos brasileiros é menor hoje do que há um ano e 9% responderam que é maior, mesmo porcentual que avalia que não houve mudança. Apesar do resultado, 44% esperam que a economia melhore nos próximos 12 meses, contra 34% que aguardam uma piora e 19% projetam que vai ficar do mesmo jeito.
(Com Agência Estado)
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