"A nossa intenção é privatizar as empresas. Ainda não conseguimos a aprovação legislativa, mas inclusive com o Propag será necessário e vamos conseguir a aprovação da Assembleia Legislativa muito provavelmente este ano", disse Zema. "Estamos bastante confiantes porque uma das condições do Propag é um pagamento à vista, e para nós fazermos esse pagamento, as empresas precisarão ser privatizadas."
Apesar da intenção de alienar as empresas, Zema reconheceu que elas "ajudam muito" no orçamento com os dividendos. "Boa parte disso aqui vem para os cofres públicos devido a um resultado melhor."
O governador apontou ainda que em seis anos à frente de Minas Gerais, levou para o Estado investimentos de R$ 460 bilhões. "É um valor muito significativo, muitos países não conseguem atrair esse volume de investimento."
Zema cobrou o exemplo do governo federal em transparência e criticou o uso político das estatais. Ele afirmou que em sua gestão o endividamento do Estado aumentou em termos nominais, mas caiu na relação com a receita.
"A situação financeira é bem menos pior do que já foi", avaliou o governador, lembrando ainda a retração, de 67% para 49%, na participação da folha no orçamento.
(Com Agência Estado)
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