Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2025
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,75
euro R$ 6,04
libra R$ 6,04

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,75
euro R$ 6,04
libra R$ 6,04

Economia Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2025, 13:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2025, 13h:30 - A | A

Zema diz que intenção é privatizar Cemig, BDMG, Copasa e Codenge ainda em 2025

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse nesta segunda-feira, 24, que sua intenção é, ainda neste ano, obter aval do Legislativo e privatizar quatro estatais do Estado: Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codenge). A afirmação foi feita em evento na Federação da Indústria do Rio de Janeiro (Firjan).

"A nossa intenção é privatizar as empresas. Ainda não conseguimos a aprovação legislativa, mas inclusive com o Propag será necessário e vamos conseguir a aprovação da Assembleia Legislativa muito provavelmente este ano", disse Zema. "Estamos bastante confiantes porque uma das condições do Propag é um pagamento à vista, e para nós fazermos esse pagamento, as empresas precisarão ser privatizadas."

Apesar da intenção de alienar as empresas, Zema reconheceu que elas "ajudam muito" no orçamento com os dividendos. "Boa parte disso aqui vem para os cofres públicos devido a um resultado melhor."

O governador apontou ainda que em seis anos à frente de Minas Gerais, levou para o Estado investimentos de R$ 460 bilhões. "É um valor muito significativo, muitos países não conseguem atrair esse volume de investimento."

Zema cobrou o exemplo do governo federal em transparência e criticou o uso político das estatais. Ele afirmou que em sua gestão o endividamento do Estado aumentou em termos nominais, mas caiu na relação com a receita.

"A situação financeira é bem menos pior do que já foi", avaliou o governador, lembrando ainda a retração, de 67% para 49%, na participação da folha no orçamento.

(Com Agência Estado)

 

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros