O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, fechou em alta de 0,78%, a 107,244 pontos, com a moeda americana avançando a 149,76 ienes. O euro, por sua vez, caía a US$ 1,0405, e a libra operava em queda a US$ 1,2611. O dólar americano avançou a 20,5035 pesos mexicanos e subiu a 1,4447 dólares canadenses.
O republicano também afirmou que espera fechar um acordo comercial com o Reino Unido em breve.
Para a Capital Economics, as expectativas de aumento nas tarifas de importação dos EUA, especialmente sobre os produtos chineses, "apontam para um dólar mais forte". Além disso, a expectativa de que o Fed mantenha as taxas de juros inalteradas ao longo do ano, devido às políticas de Trump, que poderiam ser estagflacionárias, deve beneficiar o dólar.
O LMAX Group observa que o dólar se valoriza à medida que "a tensão comercial envolvendo Trump continua a gerar interesse", embora acredite que isso seja mais uma tática de negociação.
No contexto das tarifas, o euro não conseguiu se beneficiar da cautela emitida pela ata da última reunião do Banco Central Europeu (BCE). Divulgado hoje, o documento apontou que os riscos de baixa para o crescimento econômico da zona do euro ainda não são suficientemente graves para justificar cortes de juros acelerados, sendo necessária cautela devido à elevada incerteza.
Nos EUA, Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland, afirmou que a política monetária atual não está "significativamente restritiva" e que uma abordagem paciente oferece mais tempo para monitorar dados. Já o presidente do Fed de Kansas, Jeffrey Schmid, destacou que os índices sugerem que o BC americano está próximo de atingir seu duplo mandato. Patrick Harker, presidente do Fed de Filadélfia, reforçou que a política monetária dos EUA segue "restritiva o suficiente para continuar colocando pressão descendente sobre a inflação no longo prazo".
(Com Agência Estado)
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