"São operações de vários bancos, em 27 unidades da federação, e queremos acompanhar os resultados com a assistência técnica, não apenas para operação de crédito, mas também a assistência para superação da pobreza. Quem saiu da miséria? Quem superou a pobreza? Quem foi para a classe média? São pontos que queremos avaliar", disse Dias em nota divulgada à imprensa.
Segundo o ministro, os casos de inadimplência relacionados ao programa até o momento foram baixos. "De 70 mil contratos feitos por meio do Acredita, apenas cinco estavam inadimplentes. Isso mostra que, quando existe uma taxa de juros adequada, assistência técnica, e assistência para a superação da pobreza, há um bom resultado", afirmou.
De acordo com a nota divulgada pela pasta, durante a reunião, Galípolo destacou que o Acredita tem permitido a qualificação dos inscritos do CadÚnico e beneficiários do Bolsa Família. O programa, lançado no ano passado, disponibiliza ao público-alvo acesso ao crédito com juros reduzidos em parceria com instituições financeiras.
(Com Agência Estado)
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