Na comparação entre os bimestres, todos os Estados apresentaram elevação das despesas correntes. Em 13 das 27 UF analisadas, o porcentual de crescimento desse indicador foi superior ao observado na receita corrente. A análise considera as receitas correntes realizadas e despesas correntes empenhadas até o fim de 2024.
Já as menores altas nas despesas correntes, entre 2023 e 2024, foram registradas no Rio Grande do Sul (4%) e Alagoas (6%). As despesas de pessoal tiveram a maior participação na composição de gastos correntes em relação à receita total em todos os Estados. Nessa correlação, as maiores proporções ocorreram no Rio Grande do Norte (72%), Rio Grande do Sul (64%), Rio de Janeiro (61%) e Minas Gerais (61%) - esses três últimos estão no Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Por outro lado, os Estados com menores gastos nessa rubrica foram o Espírito Santo (41%), Amazonas (43%) e Maranhão (44%).
No caso das receitas correntes, os avanços mais expressivos foram localizados no Maranhão (26%) e Sergipe (20%). Na comparação com 2023, todos os Estados apresentaram elevação em suas receitas correntes realizadas, sendo as menores elevações verificadas nos Estados do Mato Grosso do Sul (3%), Rio Grande do Sul (5%), Rio de Janeiro (5%) e Rio Grande do Norte (5%), informou o Tesouro.
Ainda segundo o órgão, Rio Grande do Norte e Mato Grosso foram as Unidades da Federação que tiveram os maiores crescimentos no indicador da Dívida Consolidada (DC), com altas de 62% e 63%, respectivamente. Já o Distrito Federal (-27%), Rondônia (-9%) e Maranhão (-9%) foram os Estados que mais reduziram a DC em 2024 ante 2023.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.