Terça-Feira, 23 de Junho de 2020, 10h:32

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Ex-capa da Playboy cobrava R$ 1 mil por sexo com direito a cocaína

Flávia Tamayo, mais conhecida como Pamela Pantera, é investigada pela PCDF por tráfico de drogas

Por: METROPOLES

Custava caro aos clientes da garota de programa Flávia Tamayo desfrutar de três horas de sexo com direito a cocaína. A prostituta de luxo, mais conhecida como Pamela Pantera, cobrava R$ 1 mil pelo “serviço completo”, segundo investigações da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) no âmbito da Operação Rede.

 

REPRODUÇÃO

Flávia Tamayo

Capa de revistas masculinas famosas, como a Playboy – edição publicada em Portugal – e a Sexy, e estrela de filmes eróticos da franquia Brasileirinhas, a mulher oferecia uma espécie de cardápio sexual aos clientes mais assíduos. Os preços mais sofisticado sempre eram acompanhados de carreiras de pó.

 

De acordo com as apurações, Flávia costumava cobrar R$ 250 por uma sessão de sexo oral e R$ 350 pelo vaginal. Por R$ 500, o cliente poderia desfrutar do sexo anal e, por R$ 1 mil, teria direito a três horas de sexo estimulado pelo consumo de cocaína. Para abastecer os homens que desembolsavam grandes quantias pelos momentos de prazer, a garota de programa contava com o apoio de pelo menos três distribuidores. Alguns seriam taxistas.

 

Segundo as investigações, as entregas eram feitas sempre pelos mesmos fornecedores em um flat no Setor Hoteleiro Norte, onde Flávia recebia quase todos os clientes. O imóvel e todos os outros endereços vinculados a Flávia foram alvo de busca e apreensão. Os policiais conseguiram materializar provas robustas que confirmam o envolvimento da empresária, modelo, atriz e dançarina com o tráfico de drogas.

Clientes intimados

Os homens que frequentavam o flat de Pamela Pantera e consumiram cocaína durante os programas deverão ser intimados nos próximos dias. O objetivo da PCDF é colher mais informações sobre como funcionava o esquema de tráfico organizado pela prostituta.

 

A estrela de filmes pornô possui quase 120 mil seguidores em suas redes sociais e coleciona clientes ricos do funcionalismo público federal. São integrantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Após a publicação da matéria no Metrópoles, a garota de programa desativou o campo de comentários em suas redes sociais.

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