Terça-Feira, 15 de Setembro de 2020, 14h:43

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Advogado registra queixa e acusa mulheres de instruir ex-funcionária para incriminá-lo

Por: DA REDAÇÃO

O advogado Cleverson Contó registrou um boletim de ocorrência, na segunda-feira (14), contra a empresária e digital influencer Mariana Vidotto, a médica Laryssa Moraes e uma ex-funcionária por denunciação caluniosa e crimes contra a administração pública. De acordo com o causídico, as mulheres teriam instruído a ex-empregada a inventar denúncias de estupro contra ele.

Reprodução

CLEVERSON CAMPOS CONTÓ

 Advogado Cleverson Contó

O caso veio à tona depois que a ex-empregada registrou uma queixa na última sexta-feira (11) relatando que foi humilhada durante os três meses em que trabalhou para o advogado. Na denúncia, a mulher explicou que deixou de trabalhar no escritório após discussões com Contó. 

A mulher também teria relado uma tentativa de estupro do advogado, durante uma entrevista de emprego.

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Em contrapartida, Contó também registrou um boletim de ocorrência afirmando que a ex-empregada está sendo instruída a inventar falsas acusações contra ele sob instrução de Mariana e Laryssa. A empresária e a médica estariam oferecendo oferecendo “vantagens financeiras a ela e outras mulheres com a finalidade de prejudicá-lo”.

No começo do mês, um grupo de mulheres, entre elas Mariana e Laryssa, denunciou Contó por uma série de agressões, entre elas abusos sexuais e psicológicos.

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Mariana usou as redes sociais para contar sobre o relacionamento conturbado que teve com o advogado.

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Laryssa também relatou ter sofrido agressões. Em vídeos publicados no Instagram, no começo do mês, ela contou que teve o nariz quebrado e as retinas deslocadas devido às agressões de Contó. A médica também relatou que o homem ameaçou estuprá-la com um pen-drive. 

"Eu decidi que não vou ficar off, mesmo com medo de morrer, porque sim, eu estou sendo ameaçada, porque só ontem mais quatro vítimas apareceram, vítimas de agressão, que foram coagidas e nunca se manifestaram. É muito triste, mas é um dever meu como cidadã alertar a população", disse a médica. 

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