Terça-Feira, 14 de Janeiro de 2020, 11h:13

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‘VLT é uma grande confusão que armaram para o Estado", diz Mendes

Por: WELLYNGTON SOUZA

“O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) é uma grande confusão que armaram para o Estado de Mato Grosso”. A afirmação é do governador Mauro Mendes (DEM), durante a inauguração da Avenida Parque do Barbado, em Cuiabá. Assim como o modal, a via também fazia parte do pacote de obras da Copa do Mundo de 2014.

Secom-MT

Vagão do VLT

 

“A obra está sub judice. O VLT é uma grande confusão que armaram para o Estado. Nós temos diversos processos judiciais. Isso não passa de uma grande confusão e que nós teremos que tomar uma decisão a respeito disso”, afirmou na manhã desta segunda-feira (13).

Durante promessa de campanha eleitoral, Mendes afirmou que tomaria uma decisão a respeito da obra ainda no primeiro ano de mandato, no entanto, o governo estadual formou uma comissão técnica juntamente com governo federal para formulação de um parecer para a conclusão da obra, porém o relatório ainda não ficou pronto. O resultado do estudo, de acordo com Mauro Mendes, sairá neste primeiro semestre.

“A intenção era faze-lo no primeiro ano, lamentavelmente não foi possível por conta das inúmeras variáveis pertinentes a esse processo, mas ao longo desse primeiro semestre, tenho certeza que nós teremos todos os elementos para tomar a melhor decisão sobre a conclusão da obra aqui na baixada cuiabana”.

Comissão do VLT

O Governo do Estado anunciou em julho do ano passado, a formação de uma comissão criada junto a Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana para estudar uma solução para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Além de técnicos do governo federal, Mauro Mendes designou para compor a comissão os secretários estaduais Marcelo Oliveira (Infraestrutura e Logística), Rogério Gallo (Fazenda), Emerson Hideki Hayashida (Controladoria Geral), Carlos Fávaro (Escritório de Representações) e o procurador Lucas Schiwinden Dallamico (representando a Procuradoria Geral do Estado).

“Nós criamos uma comissão porque houve envolvimento do Governo Federal, com recursos federais e financiamento junto a Caixa Econômica. Me reuni em Brasília com o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público (MP), visto que as obras do modal está judicializada, para discutirmos uma possível solução, mas somente após conclusão do estudo que bateremos o martelo”, declarou chefe do Executivo.

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