O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (PSB) defendeu um "desfecho amigável" do governo com o Consórcio BRT (ônibus de trânsito rápido). Max afirmou que a Casa de Leis acompanha de perto a paralisação das obras e tem cobrado o Paiaguás por uma resolução.
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“O Parlamento está cobrando, fiscalizando e acompanhando. O Parlamento está fazendo tudo o que pode. Agora, a execução da obra é do Poder Executivo. Defendemos um desfecho amigável e que as obras sejam divididas em vários trechos. Aquilo que é prerrogativa do Parlamento está sendo feito”, falou Max Russi nesta quarta-feira (26).
O presidente da AL disse ter conversado recentemente com o governador Mauro Mendes (UB) e percebeu que ele parece "estar aderindo a ideia" de manter o contrato com as empreiteiras.
Nesta terça-feira (25), Mendes expôs um estudo feito pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT) e a Procuradoria Geral do Estado (PGE-MT) para fazer uma conciliação. O Consórcio BRT ficaria com lotes do projeto e os demais trechos seriam executados por outra empresa contratada emergencialmente.
O rompimento do contrato com o Consórcio BRT se deu após o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) constatar a execução de apenas 18% do projeto.
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