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Polícia Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2025, 15:57 - A | A

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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2025, 15h:57 - A | A

FALSO ASSISTENCIALISMO

Polícia encontra depósito e acaba com farra de cestas básicas do CV

Os produtos, sem origem lícita comprovada, eram utilizados como estratégia para fortalecimento da facção no município

DA REDAÇÃO

Policiais civis e militares encontraram um depósito clandestino de uma facção criminosa e desmantelaram um esquema ilegal de doações de cestas básicas em São José do Xingu (950 km de Cuiabá), na terça-feira (25). No local, os policiais encontraram alimentos, produtos de higiene e eletrônicos, além de uma pequena quantidade de entorpecente. Entre os itens apreendidos, estavam arroz, feijão, óleo, macarrão, sabão em pó e detergentes, entre outros.

A ação foi desencadeada depois que as autoridades começaram uma investigação e receberam denúncias anônimas sobre a suposta distribuição de cestas básicas e outros produtos sem origem lícita comprovada, que estariam sendo utilizados como estratégia para fortalecimento da facção no município.

Na terça-feira, os policiais identificaram um ponto de armazenamento de mercadorias e iniciaram o monitoramento. As equipes observaram a chegada de um caminhão descarregando diversos itens. Os policiais se aproximaram e flagraram quatro suspeitos manuseando os produtos.

A principal suspeita encontrada no imóvel, uma jovem de 20 anos, alegou ter recebido os produtos para doação, mas não quis revelar a origem e o financiador dos produtos.

Segundo o delegado Victor Donizete, responsável pelo caso, as investigações apontaram que a facção estaria utilizando a entrega de cestas básicas como uma forma de ganhar apoio popular e ampliar sua influência na comunidade local. 

Essa prática já foi identificada em outras regiões, onde grupos criminosos buscam se infiltrar na sociedade por meio de ações assistencialistas. 

“Nosso trabalho é incessante contra qualquer tentativa de fortalecimento de facções criminosas. Estamos atentos e atuantes para combater essas práticas ilícitas que ameaçam a ordem pública”, afirmou o delegado Victor Hugo Donizete.

A Polícia Civil segue investigando a real origem das mercadorias, os financiadores e eventuais conexões com outros suspeitos. Comprovada a prática criminosa, os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, receptação e outros delitos.

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