Quinta-Feira, 17 de Setembro de 2020, 11h:32

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"Fumaça" será velado na casa da mãe no bairro Lixeira

Por: LUIS VINICIUS

A Polícia Civil confirmou que o velório do policial civil Ademilsom Evangelista da Silva, 42 anos, conhecido como “Fumaça”, será realizado, na tarde desta quinta-feira (17), na casa da mãe dele, no bairro Lixeira, em Cuiabá. O agente, segundo a corporação, morreu ao sofrer um infarto fulminante.

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Em nota, divulgada nesta manhã, a Polícia Civil lamentou a morte do investigador e informou que Fumaça, que estava lotado na 2ª Delegacia de Polícia do Carumbé, dedicou mais de 19 anos de sua vida à instituição. O corpo do policial foi encontrado no início da noite de quarta-feira (16), em sua residência, em um condomínio no bairro Lixeira, na Capital.

Familiares do policial foram até a residência dele, após estranharem o fato de o policial não ter ido tomar café da manhã na casa dos pais (que fazia parte da sua rotina diária), não atender ligações ou responder mensagens há dois dias. Diante disso, eles se deslocaram à casa do investigador e encontraram o carro na garagem e o ar-condicionado ligado.

Ao entrarem no apartamento, os colegas de trabalho e familiares encontraram Fumaça deitado na cama, morte.

A equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi acionada e constatou a morte natural, sem indícios de violência. O policial sofria de pressão alta, fazia uso de medicamentos e estava praticando muitos exercícios para perda de peso. Ainda não informações dos horários do velório e o local do sepultamento.

O investigador de polícia ingressou na instituição há 19 anos, passando por diversas unidades, e era muito querido por amigos e colegas com os quais trabalhou. Em homenagem em rede social, o delegado titular da 2ª Delegacia de Polícia, Jefferson Dias, prestou homenagem ao colega de profissão.

“Nosso melhor muito obrigado! A 2ª DP está em luto com a passagem do nosso amigo Fumaça para o céu, policial íntegro que combateu o bom combate, foi fiel, filho, irmão, tio, pai, avô, tão jovem se foi, Senhor Jesus nos acolhe nesse momento de dor”, escreveu.

O delegado-geral Mário Dermeval Aravechia de Resende lamentou a morte do investigador, ressaltando que este é um momento muito triste uma vez que o policial era muito querido por onde passou. “Uma morte inesperada de um profissional que dedicou a sua vida ao trabalho na Polícia Civil e que agora deixa um grande vazio à instituição e aos seus familiares”.

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