É a primeira vez no governo Lula que as expectativas negativas sobre o emprego superam as positivas. Para 31,7%, a situação vai piorar, enquanto para 30% vai melhorar. A maior fatia dos entrevistados (35,8%) afirmou que a situação vai ficar igual.
No fim do ano passado, o IBGE divulgou que o desemprego nunca esteve tão baixo no País. No trimestre encerrado em novembro, o porcentual de desocupados chegou a 6,1%, o menor da série histórica iniciada em 2012. Segundo o instituto, há 39,1 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada no Brasil, o maior patamar registrado pela pesquisa. O nível de ocupação (58,8%) também é o mais alto desde 2012.
Mesmo diante desse cenário, o governo enfrenta a desconfiança da população e viu sua popularidade cair nos últimos meses.
A mesma pesquisa CNT reforçou a tendência de queda na popularidade do presidente Lula. As avaliações positivas da gestão caíram de 35% para 29% de novembro de 2024 para fevereiro de 2025, seguindo a tendência já mostrada nas últimas pesquisas do Datafolha e da Quaest. As avaliações negativas subiram de 31% para 44% no mesmo período no levantamento da CNT.
A percepção negativa sobre o governo Lula aumentou entre os mais pobres e na classe média. Entre as pessoas que ganham até dois salários mínimos, 24% classificavam o governo como ruim ou péssimo em novembro de 2024. Agora, são 35%. Entre os que ganham de dois a cinco salários mínimos, 33% afirmavam que o governo era ruim ou péssimo no fim do ano passado. Agora, são 49%.
As expectativas da população sobre renda, saúde, educação e segurança também tiveram quedas em fevereiro deste ano em relação a novembro do ano passado, o que indica uma queda generalizada das expectativas da população em relação ao governo:
Renda: 29% dizem acreditar que vai melhorar (eram 35%); 13% acham que vai piorar (eram 11%);
Saúde: 27% dizem acreditar que vai melhorar (eram 35%); 30% acham que vai piorar (eram 21%);
Educação: 35% dizem acreditar que vai melhorar (eram 39%); 22% acham que vai piorar (eram 20%);
Segurança: 26% dizem acreditar que vai melhorar (eram 29%); 36% acham que vai piorar (eram 29%).
(Com Agência Estado)
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