Ele citou sua recente viagem ao Oriente Médio que, de acordo com o ministro, enfrenta uma pressão "enorme" dos Estados Unidos para baixar o preço do petróleo "meio que na marra".
"Definindo até o preço, 'vai ter que ser tanto para ajudar na desaceleração da inflação nos Estados Unidos'. Isso vai comprometer crescimento, investimento, uma série de coisas que eles tinham planejado até 2030, eles possivelmente vão ter que refazer cálculos e tudo mais", afirmou Haddad. "A situação externa é mais desafiadora".
E acrescentou: "As pessoas estão com mais com o dedo no gatilho do hoje, esperando uma notícia para agir, para se proteger, ou para especular, ou para o que quer que seja, tudo dentro da regra do jogo, ninguém está acusando ninguém."
O ministro também mencionou a situação desafiadora que Lula já herdou em transições de governo, quando "ninguém dizia que o Brasil ia quebrar". "Nem o Fernando Henrique disse, nem o Lula disse, nem o mercado disse, ninguém achava que o Brasil ia quebrar."
(Com Agência Estado)
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