A condecoração, oferecida pelo Ministério das Relações Exteriores, reconheceu o desempenho do militar quando da eclosão da guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas, sendo considerado determinante para a execução da missão de repatriação de brasileiros.
O coronel Bastos é adido na Embaixada do Brasil em Tel Aviv - o representante oficial das Forças Armadas do País em território israelense, atuando como um elo entre os dois países em assuntos relacionados à defesa, segurança e cooperação militar.
O oficial deveria ficar até 30 de junho de 2025 no posto, mas a expectativa é que ele retorne antes ao País para preparar sua defesa. Ele é apontado pela PF como um dos envolvidos na redação da "Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa do Exército Brasileiro", manifesto assinado por 37 militares e considerado pelo comandante da Força Terrestre na época de sua divulgação, general Marco Antônio Freire Gomes, como uma pressão para que a instituição aderisse à tentativa de golpe.
Além do coronel, outros 24 militares são citados no documento encaminhado pela PF ao Supremo Tribunal Federal (STF). Dentre eles, estão os generais do Exército Augusto Heleno (ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional), Braga Netto (ex-ministro da Defesa e vice de Bolsonaro na chapa derrotada em 2022), Paulo Sérgio Nogueira (ex-comandante do Exército) e Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira (ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército).
Também constam na lista o ex-comandante da Marinha almirante de esquadra Almir Garnier Santos, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro tenente-coronel Mauro Cid e três dos quatro militares presos por tramarem o assassinato de Lula, do vice Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro Alexandre de Moraes, do STF: o general de brigada da reserva Mário Fernandes e os tenentes-coronéis Hélio Ferreira Lima e Rafael Martins.
(Com Agência Estado)
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